Federação de Agricultura vai bancar estudos de combate à cigarrinha

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#souagro| O Senar-PR está com um edital aberto para a seleção de projetos para pesquisas científicas sobre a cigarrinha do milho. Até 8 de agosto, instituições de pesquisa paranaenses podem mandar suas propostas de estudo relacionadas ao monitoramento, avaliação das reações de cultivares do milho e de aplicação de defensivos no combate à praga. Serão destinados até R$ 4 milhões às proposições aprovadas, divulgadas no dia 17 de agosto.

As doenças causadas pela cigarrinha do milho têm causado prejuízos sistematicamente aos produtores rurais paranaenses nos últimos anos, o que acendeu o alerta a todo o campo. “O Sistema FAEP/SENAR-PR tem atuado no alerta aos agricultores sobre a necessidade de se atentar a este problema. Criamos uma cartilha orientando os produtores, estamos constantemente nos atualizando junto à Comissão Técnica de Cereais, Fibras e Oleaginosas sobre o problema e propondo ações que visam reduzir os danos causados por essa praga”, destaca o presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR, Ágide Meneguette.

 

O edital está dentro das iniciativas previstas na Rede Paranaense de Apoio à Agropesquisa e Formação Aplicada, programa integrado de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica de abrangência local. A rede observa as diretrizes do Comitê Gestor da Rede Paranaense de Agro e Formação Aplicada, instituído pelo Decreto 2.475/2015. O objetivo dessa entidade é consolidar a competência do Paraná no desenvolvimento do Agronegócio.

Ao todo, o edital dos estudos sobre cigarrinha possui três eixos temáticos que norteiam o desenvolvimento dos estudos. O primeiro é classificado como monitoramento de cigarrinhas e patógenos do complexo enfezamento do milho; o segundo tem o nome de avaliações das reações de cultivares de milho (híbridos e variedades); e o terceiro tratará da eficácia da aplicação de inseticidas sintéticos e biológicos no controle de Dalbulus maidis.

 

As propostas devem contemplar planos de trabalho de até 38 meses, com bolsas aos pesquisadores por até 36 meses, contados a partir da assinatura do termo pelos selecionados. Podem constar como itens bancados pelo edital bolsas (de iniciação científica até pós-doutorado) e outras despesas diretamente ligadas ao projeto de pesquisa.

(Tatiane Bertolino/Sou Agro – com assessoria)

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