Ciclone já causou estragos no Sul

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#souagro| O ciclone subtropical Yakecan já causou vários estragos no Sul do País. O Rio Grande do Sul por enquanto é o estado mais afetado pelo fenômeno.

Por lá, mais de 200 mil clientes estão sem energia elétrica por conta dos ventos fortes. Segundo as Companhias responsáveis pelo serviço no estado, a falta de luz ocorre por conta do impacto de objetos nos fios da energia.

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Ciclone derruba árvores em Porto Alegre. Foto: EPTC
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Ciclone derruba árvores em Porto Alegre. Foto: EPTC

Porto Alegre, Guaíba, Viamão, Alvorada, Charqueadas, Barra do Ribeiro, Mariana Pimentel, Eldorado do Sul, Imbé, Mostardas, Tavares, Tramandaí, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, Chuí, São José do Norte, Pelotas, São Lourenço do Sul, Bagé e Cerro Grande do Sul. Estas são as cidades mais afetadas pela falta de energia.

As empresas de energia não conseguem precisar quando o fornecimento será totalmente reestabelecido. Nesta terça-feira (17) o vento mais forte do estado foi em São José dos Ausentes, na Serra com 95,8 km/h.

Três Cachoeiras e Tramandaí tiveram registro de destelhamentos. O estado também cancelou as aulas, desviou voos dos aeroportos e teve fechamento do comércio. Nesta quarta (18), o vento pode chegar até 70 km/h no Litoral Norte gaúcho, a previsão diz que a tempestade está se deslocando para Santa Catarina.

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Ciclone destelha hospital de Tramandaí, no Litoral Norte. Imagem: Capão Denúncias.

SANTA CATARINA

Inclusive em Santa Catarina, o vento forte já causou alguns estragos também. A produtora rural Bruna Da Rolt, mora  na cidade catarinense, Jacinto Machado. Ela registrou o que o vento causou nas plantações de banana da propriedade da família.

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Passagem do ciclone tem Jacinto Machado/SC – Foto: Bruna Da Rolt

Na serra do Rio do Rastro, em Bom Jardim da Serra no litoral catarinense, populares filmaram o momento em que um caminhão tomba com a força do vento. O motorista estava dentro do veículo, mas fora o susto ele não se feriu.

 

PARANÁ

No Paraná também há registro de ventos mais intensos, mas nenhum relato de destruição. Em Curitiba por exemplo, as rajadas chegaram a 52,9 km/h, segundo o Simepar. Em Guaratuba o vento chegou a 64,1 km/h às 05:15  e em Cascavel 58 km/h às 08:45.

(Débora Damasceno/Sou Agro)

 

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