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Micoplasmose aviária: veja causas e consequências da doença

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#souagro| Um problema recorrente nos aviários e que cresce de forma acelerada é micoplasmose aviária. A doença também é conhecida como sinusite infecciosa dos perus, doença respiratória crônica das galinhas, além de sinovite infecciosa. Todas características de quadros infecciosos em aves acometidas por micoplasmas.

Essas infecções diagnosticadas causam perdas econômicas importantes, por conta da queda na produção e na qualidade dos ovos, além do impacto na taxa de eclosão de ovos férteis, condenações ao abate e mortalidade na granja.

São 27 espécies de micoplasmas conhecidas até o momento e com capacidade de infectar aves com a micoplasmose aviária. A transmissão da doença pode acontecer de forma horizontal e vertical. Aves saudáveis em contato direto com outras doentes podem se contaminar por meio de secreções oronasais, ou até mesmo de pessoas e equipamentos carreando o microrganismo.

 

A transmissão vertical se dá pela contaminação do ovo no trato reprodutivo das aves e constitui o principal meio de disseminação;

De caráter crônico, as micoplasmoses normalmente acometem trato respiratório, articular, reprodutivo e uro-genitário das aves. As principais lesões observadas quando há infecções secundárias ao micoplasma são aerossaculite, pericardite, perihepatite e salpingite.

 

Tratamento

À base de antibiótico, o tratamento não é suficiente para eliminar a infecção e erradicar o problema nas granjas.

Independentemente da droga escolhida, o tratamento deve estar sempre associado a uma série de medidas para controle do problema como monitoramento dos lotes, programa de vacinação assertivo, normas de biosseguridade, eliminação de aves portadoras e aquisição de aves livres da bactéria.

 

Vacina
Para a prevenção da micoplasmose aviária, a Zoetis conta em seu portfólio com a MG-BAC, única vacina inativada contra Mycoplasma gallisepticum do mercado.

Emulsionada em adjuvante oleoso, contendo a cepa R-980, esta vacina tem como indicações o uso em galinhas e perus a partir das 10 semanas de idade.

 

(Tatiane Bertolino/Sou Agro – com agências)

Foto: Pixabay

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