Cicloturismo evidencia atrativos paranaenses

Mesclar bicicleta com as estradas tranquilas de pequenos municípios, vilarejos, belas paisagens e até com a culinária local tem tudo para dar certo. Diversas regiões do Paraná contam com projetos de rotas e circuitos específicos para o cicloturismo a partir de leis aprovadas na Assembleia Legislativa nos últimos dois anos.
E com regras específicas para definir os limites, a sinalização, mapear e divulgar os atrativos e produtos turísticos nas regiões e dar assistência aos frequentadores. As cidades podem fazer parcerias entre elas e com a iniciativa privada para administrar e manter a gestão dos circuitos, mas devem estar atentas ao traçado para que sejam consideradas as bacias hidrográficas, o relevo e a formação histórica, cultural e social de cada região, de preferência, em estradas e vias secundárias ou com pouco movimento de veículos.
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Ao mesmo tempo em que a lei 20.354/2020 veio para incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte para percorrer as trilhas, serve como forma de estímulo para o turismo ecológico, o desenvolvimento de negócios locais, como restaurantes, hotéis e pousadas, movimentando toda a economia regional.
Os circuitos cicloturísticos têm potencial para fazer do Paraná referência em mobilidade, que, aliás, é um dos pilares do segmento, que ainda tem como objetivo aliar a prática esportiva à oportunidade de conhecer estado.
“Com a implantação de circuitos cicloturísticos, a cooperação entre Estado e municípios será fortalecida. O Estado definirá o circuito e a sinalização adequada e os municípios, além da efetivação da rota e assistência aos ciclistas, vão disponibilizar uma estrutura cicloviária para uso diário dos moradores”, disse o deputado Luiz Claudio Romanelli autor de diversos projetos que incentivam o cicloturismo e o turismo regional no estado.
“O cicloturismo é uma modalidade de turismo ecológica em que se utiliza a bicicleta não somente como meio de transporte, mas como uma parceira de viagem. O cicloturista diferencia-se do turista comum, pois seu objetivo não é simplesmente chegar ao destino final, mas aproveitar o caminho que geralmente consiste em estradas rurais e secundárias recheadas de atrativos naturais e culturais”, disse o deputado Goura.
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Em relação ao Circuito Cicloturístico Rota Oeste, a rota será integrada por trechos e trilhas que englobam as microrregiões de Toledo, Cascavel e de Foz do Iguaçu, como forma de movimentar a economia do Oeste do estado.
Sobre o Circuito Cicloturístico do Sudoeste do Paraná, a região abrangida pelo circuito tem 42 municípios do Sudoeste, entre eles; Francisco Beltrão; Dois Vizinhos; Realeza e Vitorino. A intenção é mapear o traçado das rotas definindo os atrativos e produtos turísticos que podem ser explorados pela região, como monumentos históricos; atrativos naturais; locais para hidratação e alimentação; bicicletarias, paraciclos e bicicletários. Também existe a possibilidade de disponibilizar e oferecer material informativo sobre as rotas para os visitantes.
(Sou Agro, com ALEP)











