Como alimentar os animais na escassez de pasto

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#souagro | Os rendimentos obtidos pelos integrados da C.Vale são garantidos principalmente pelo respaldo técnico da cooperativa. Um dos bons exemplos dos resultados possibilitados por intermédio da equipe de profissionais é o médico-veterinário da C.Vale, Rubens Sthefan Castilho dos Santos. Ele dá preciosas dicas para quem sente os efeitos das intempéries climáticas, mais especificamente nesta época do ano, caracterizada pelo longo período de estiagem e agora, com as baixas temperaturas.

Para falar sobre os reflexos relacionados ao clima seco e à queda nos termômetros para o Portal Sou Agro, o profissional salienta dois pontos relevantes. O período de seca é notabilizado entre os meses de maio e setembro. Já o período conhecido como de águas, compreendes os meses de outubro a abril. O que difere, é a quantidade de chuvas verificada nestas épocas do ano. “De maio a setembro, normalmente são caracterizados pela escassez das chuvas, ou seja, uma menor produção de massa verde por hectare”, pontua. Já no período das águas, há um retorno gradual das chuvas, e com isso, um estímulo a mais para a produção de forragens.

O clima seco provoca, além de redução no teor de proteína dos alimentos para o rebanho, menor digestibilidade e mais tempo de ruminação por parte do animal, levando-o a ingerir menor quantidade de comida ao longo do dia. Na bovinocultura de leite, em sistema de pastagem, o animal terá menor oferta de forragem e ingestão de menos alimentos, caso não seja suplementando de forma correta e consequentemente, uma menor produção de leite.

 

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Já na bovinocultura de corte, também haverá oferta menor de forragem. Caso não seja suplementado, há risco de o animal perder peso que ganhou no período das águas. “Esse fenômeno é conhecido como boi sanfona: ganha peso no período das águas e perde no período de secas”. Conforme o médico-veterinário Rubens dos Santos, por isso é importante conhecer as estratégicas nutricionais que podem ser adotadas nos períodos de águas e de seca.

O médico-veterinário da C.Vale chama a atenção para a realização de um planejamento forrageiro anual da propriedade. “Essa preparação precisa ser feita no fim ou no início de cada ano. O produtor precisa colocar na ponta do lápis tudo o que pretende produzir ao longo do ano, evitando a falta de alimentos para os animais. Para quem trabalha o leite a pasto, quando chega o período de menor oferta para a forragem, é preciso ter em mãos um Plano B”.

 

Veja o que diz sobre o assunto o médico-veterinário da C.Vale, Rubens Sthefan Castilho dos Santos, ao Portal Sou Agro:

 

Alimentos conservados como alternativa

Uma das alternativas é trabalhar com alimentos conservados, como silagem de milho, de sorgo, capim, pré-secados ou feno, alimentos que são possíveis produzir na propriedade, nos períodos de águas ou aquisição junto a terceiros. “Essa seria uma opção para quem optar por alimentos conservados, com possibilidade de armazená-los para enfrentar um momento mais crítico, como este em que estamos atravessando”.

(Vandré Dubiela, com Assessoria de Imprensa da C.Vale)

 

Fotos: Sou Agro e Comunicação C.Vale

 

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