Entidade vai se voltar ao desenvolvimento de novos produtos e negócios
Primeira empresa brasileira a utilizar a climatização de aviários para a produção comercial de frangos, a C.Vale decidiu ampliar a busca por inovações. Em parceria com a C.Vale Comércio e Transporte, a cooperativa está colocando em atividade o Instituto C.Vale Prosperar, uma organização que vai se dedicar à busca e desenvolvimento de novas tecnologias, principalmente para atender às demandas de suas indústrias.
O lançamento da nova entidade reuniu representantes da cooperativa, empresas parceiras e instituições de crédito, no auditório da sede da C.Vale, em Palotina (PR), no dia 14 de julho. Um dos focos de atuação do instituto será técnico-científico, criando soluções, novos negócios e produtos. Na área social, trabalhará no desenvolvimento de projetos voltados ao desenvolvimento das comunidades.
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Durante a cerimônia inaugural, a direção da C.Vale entregou um cheque no valor de R$ 2 milhões para financiar as atividades iniciais da entidade. As vantagens da criação do instituto estão no acesso a linhas de crédito mais atrativas e na menor tributação sobre atividades de pesquisa. Serão mantenedoras da entidade a C.Vale Cooperativa Agroindustrial e a C.Vale Comércio e Transporte.
O presidente do Conselho de Administração do Instituto C.Vale Prosperar, Édio Schreiner, explicou que “a inovação que queremos não é inovação distante da realidade. É inovação aplicada, capaz de resolver problemas, reduzir riscos, fortalecer a competitividade e gerar impacto positivo”, afirmou.
Associado honorário da nova entidade, o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, argumentou que a cooperativa quer transformar ideias e planos em resultados. “Quando ganhamos em eficiência, temos condições de estender os efeitos desse ganho em renda aos associados, em empregos, tributos e em bem-estar social”, sustentou. O diretor-executivo do Instituto Cooperar, Neivaldo Burin, gerente Departamento da Indústria de Proteína Animal da cooperativa, seguiu a mesma linha de Lang. “As empresas buscam mais eficiência, e os investimentos precisam gerar retorno técnico e reputacional. O Instituto entra exatamente para criar novas formas de parceria, potencializar relações e direcionar investimentos para pesquisa, inovação e soluções de alto impacto aos cooperados”, apontou.

(Com Assessoria C.Vale)












