Susto no Campo: Enxame de abelhas surpreende trabalhadores

Fernanda Toigo

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Imagem: reprodução

Um dia de trabalho rotineiro na zona rural de Luiziana, município localizado a cerca de 33 km de Campo Mourão, transformou-se em momentos de tensão e raciocínio rápido para um grupo de agricultores nesta semana. O que parecia ser apenas o barulho de uma máquina revelou-se um grande enxame de abelhas em deslocamento, cercando a equipe que operava no plantio.

O Momento do Ataque: 

Diferente de acidentes com desfechos trágicos, o episódio em Luiziana terminou sem ferimentos graças à experiência e à calma dos trabalhadores. Ao perceberem a aproximação sonora das abelhas — o que indicava um enxame de passagem ou em busca de um novo local para a colmeia — a ordem de deitar no chão foi imediata: “A gente escutou o barulho e eu falei: ‘deita’, porque geralmente essas abelhas são de passagem. Achamos que elas iam embora, mas elas acabaram ficando na nossa plantadeira”, relatou um dos trabalhadores.

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Estratégia e Alívio

Os agricultores permaneceram imóveis por cerca de 15 minutos, deitados contra o solo, enquanto o enxame se concentrava no maquinário agrícola. A situação exigiu paciência até que uma brecha permitisse a saída segura.

Um dos integrantes do grupo conseguiu se arrastar silenciosamente até uma caminhonete próxima. Com o veículo, ele deu a volta, acessou a cabine do trator e conseguiu afastar o maquinário em direção a uma área de mata, dispersando o perigo. Apesar do susto e do “desespero” inicial, ninguém sofreu picadas.

Por que deitar no chão funciona?

Especialistas e o próprio relato dos trabalhadores confirmam que manter a calma é a melhor defesa. Ao deitarem e evitarem movimentos bruscos ou manuseio de ferramentas que emitam vibrações intensas, os agricultores deixaram de ser vistos como uma ameaça pelas abelhas. “Graças a Deus, pensamos rápido. Deu tudo certo”, finalizou o agricultor, aliviado por voltar para casa ileso.

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(Com Redação)

Autor: Fernanda Toigo

Fernanda Toigo

Fernanda Toigo. Jornalista desde 2003, formada pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel. Iniciou sua carreira em veículos de comunicação impressos. Atuou na Assessoria de Comunicação para empresas e eventos, além de ter sido professora de Jornalismo Especializado na Fasul, em Toledo-PR. Em 2010 iniciou carreira no telejornalismo, e segue em atuação. Desde 2023 integra a equipe de Jornalismo do Portal Sou Agro. Possui forte relação com o Jornalismo especializado, com ênfase no setor do Agronegócio.

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