Todas as hipóteses seguem em apuração no desaparecimento de Arthur, diz delegado

Fernanda Toigo

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Foto/Crédito: Divulgação Polícia Civil PR

O desaparecimento de Arthur da Rosa Carneiro, de dois anos, em Tibagi (PR), segue mobilizando autoridades e moradores da zona rural. A criança sumiu de dentro de casa na manhã de quinta-feira, 9 de outubro, enquanto estava sob os cuidados da mãe. A propriedade da família, localizada próxima ao rio Tibagi, tornou-se o centro das buscas, especialmente após a descoberta de uma mamadeira nas margens do rio.

Nesta terça-feira, 14 de outubro, o delegado responsável pelo caso divulgou uma nota oficial reafirmando que todas as linhas de investigação permanecem abertas. Segundo ele, a Polícia Civil do Paraná considera a possibilidade de crime, afogamento ou fuga acidental, e está empenhada em esclarecer o que aconteceu. O comunicado também destacou o uso de recursos tecnológicos e o apoio da comunidade local nas buscas, que incluem drones com câmeras térmicas, cães farejadores e varreduras intensas na área de mata e no rio.

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Além disso, os celulares da mãe e da avó de Arthur foram recolhidos para perícia, com o objetivo de identificar informações que possam ajudar a entender os momentos que antecederam o desaparecimento. A medida faz parte da ampliação das investigações e demonstra o rigor com que o caso está sendo tratado.

A comunidade agropecuária de Tibagi tem se mostrado solidária, oferecendo apoio logístico e emocional à família. O caso também reacende o debate sobre segurança infantil em áreas rurais, onde o isolamento pode dificultar respostas rápidas em situações de emergência.

Enquanto as buscas continuam, o pronunciamento do delegado traz um recado claro: não há conclusões precipitadas, e o trabalho segue firme para encontrar respostas. A esperança permanece viva entre os moradores e familiares, que aguardam por notícias concretas sobre o paradeiro do menino.

 

Autor: Fernanda Toigo

Fernanda Toigo

Fernanda Toigo. Jornalista desde 2003, formada pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel. Iniciou sua carreira em veículos de comunicação impressos. Atuou na Assessoria de Comunicação para empresas e eventos, além de ter sido professora de Jornalismo Especializado na Fasul, em Toledo-PR. Em 2010 iniciou carreira no telejornalismo, e segue em atuação. Desde 2023 integra a equipe de Jornalismo do Portal Sou Agro. Possui forte relação com o Jornalismo especializado, com ênfase no setor do Agronegócio.

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