O ano começou com mais conflitos envolvendo indígenas. Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) segue a passos lentos com audiências de conciliação sobre o marco temporal, a tensão aumenta no campo. Em Guaíra, no extremo Oeste no Paraná, as áreas invadidas por indígenas no ano passado se tornaram locais de tensão permanente.
Na noite desta sexta-feira, o grupo Tekoha Y’Hovy, que ocupa uma área na Vila Eletrosul, foi alvejado por tiros que atingiram quatro pessoas, entre elas uma criança de sete anos.
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Até o momento não se sabe a autoria dos disparos. Dois feridos precisaram ser transferidos para hospitais da região devido à gravidade dos ferimentos.
Na virada do ano indícios apontavam para uma movimentação suspeita. Uma casa foi incendiada e um homem foi baleado no braço.
A Guarda Municipal foi acionada pela Unidade de Pronto Atendimento (Upa). Médicos informaram que um dos baleados estava a caminho do Hospital.
Histórico de Conflitos
O Mirante Clube, local do ataque mais recente, foi ocupado no início de 2024. Na ocasião, o caseiro da propriedade foi preso e submetido a atos de violência pelos invasores. Desde então, moradores que se identificam como indígenas têm relatado episódios de agressão, incluindo disparos de arma de fogo.
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