ESPECIAIS

Pássaro considerado praga agrícola chega ao Brasil

#souagro| Uma ave considerada grande preocupação para agricultura chegou ao Brasil. O estorninho (Sturnus vulgaris) é de origem europeia e asiática, considerado como uma praga em vários países pelos danos agrícolas a lavouras e pomares e a revoada realmente numerosa, que pode chegar a até 750 mil aves.

Aqui no Brasil a ave chegou ao Rio Grande do Sul, onde estaria presente em pelo menos cinco cidades tanto em áreas rurais quanto urbanas. Especialistas estão acompanhando de perto a chegada da espécie ao país. A primeira vez que o Estorninho foi registrado no Brasil foi em 2014, mas não houve uma grande medida para impedir a espécie de se proliferar.

 

O estorninho é encontrado na Europa, Ásia e norte da África. Nos Estados Unidos, a espécie é considerada uma praga, por lá já existem cerca de 200 milhões de aves, e os agricultores atuam para tentar conter as invasões.

COMO VIVEM OS ESTORNINHOS

Os pássaros que quando vistos de longe, parecem insetos e se alimentam tanto de vegetais quanto de proteína animal. Como mostra s foto:

 

O estorninho integra a lista da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) que tem as 100 piores espécies exóticas invasoras. Especialistas cogitam que o estorninho pode ter sido responsável pela extinção do pica-pau-bico-de-marfim. A espécie constrói o ninho em qualquer buraco ou ranhura, dentro ou fora de construções, debaixo de telhas, sótãos, buracos de árvores, muros, e etc.

As fêmeas podem realizar até 2 criações por ano, e botam de 4 a 7 ovos que são incubados pelos machos e fêmeas. As crias nascem entre 13 e 15 dias e se alimentam exclusivamente por insetos capturados pelos pais. Ao fim de 21 dias, os filhos abandonam o ninho, e passam a integrar bandos de jovens estorninhos. Os estorninhos .

PRAGA AGRÍCOLA

Os bandos de estorninhos podem ser um aliado contra pragas agrícolas, já que se alimentam de um grande volume de insetos e outras pragas de invertebrados nos cultivos. Só que ao mesmo tempo se convertem em praga agrícola ao arrasar culturas inteiras de cerejeiras, vinhas, olivais, etc.
A espécie tem hábito de pernoitar nas cidades e isso também pode causar incômodo, por causa do ruído e do grande volume de sujeira que deixam por ondem passam. Além de agressivo, o estorninho é muito difícil de combater. Os especialistas temem que, com o passar do tempo, essa tarefa fique cada vez mais árdua.
(Débora Damasceno/Sou Agro com agências)
Débora Damasceno

Recent Posts

Queijaria do Sudoeste incorpora turismo rural no negócio

Empresa Irmão Queijeiro diversifica as atividades na propriedade em Chopinzinho, fortalecendo o projeto da família…

outubro 16, 2026

Crédito Rural cai 20,2% e custo da soja supera R$ 5 mil por hectare

O acesso ao Crédito Rural se tornou um dos principais desafios para o financiamento da…

outubro 16, 2026

Famílias e animais de área rural atingidos por alagamentos pedem ajuda

A Prefeitura de Toledo mobilizou equipes das secretarias do Meio Ambiente e de Assistência Social…

outubro 15, 2026

FAEP percorre 20 mil quilômetros para visitar 155 sindicatos rurais

Desde 2024, presidente da entidade está à frente do projeto ‘Sistema FAEP no Trecho’, para…

outubro 15, 2026

Sindicato Rural: Fim da escala 6×1 preocupa o agro

Presidente do Sindicato Rural de Cascavel, Paulo Orso, defende cautela na regulamentação das mudanças na…

outubro 15, 2026

Cotações Agropecuárias: Oferta restrita e demanda cautelosa influenciam preços do feijão

O mercado brasileiro de feijão iniciou o mês de outubro com oscilações nas cotações, em…

outubro 15, 2026

O site SOU AGRO utiliza cookies e outras tecnologias

Leia Mais