Imagem: Pixabay
As importações chinesas de carne bovina do Brasil atingiram 90% da cota anual de 2026. O nível foi alcançado na segunda-feira (10) e divulgado pelo Ministério do Comércio da China (Mofcom) nesta terça-feira (11).
Para este ano, a cota estipulada é de 1,106 milhão de toneladas. O volume representa uma redução de aproximadamente 35% em relação ao que o Brasil embarcou para a China em 2025, quando as vendas somaram 1,70 milhão de toneladas.
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O avanço rumo ao teto vem se acelerando nas últimas semanas. Em 21 de julho, as importações chinesas de carne bovina brasileira já haviam chegado a 80% da cota anual.
Tarifa de 55% ao atingir o teto
As medidas de salvaguarda comerciais definem um teto operacional para os embarques. Quando os envios brasileiros alcançarem 100% da cota, entra em cena uma tarifa adicional de 55% sobre a alíquota vigente, aplicada a partir do terceiro dia após o esgotamento do limite.
Essa taxa se soma à estrutura tributária já cobrada nas operações. Hoje, as importações chinesas estão sujeitas a um imposto de importação tradicional de 12% e a uma taxa interna de 9%.
Com o teto tarifário no horizonte, os frigoríficos brasileiros vêm ajustando o ritmo das operações à medida que a cota se aproxima do limite.
(Com BP Money)
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