Vendaval de mais de 120 km/h atinge interior paulista

Um temporal com rajadas de vento que ultrapassaram os 120 km/h provocou estragos significativos em Ribeirão Preto e em cidades do interior de São Paulo, como Pradópolis, Barrinha e Taquaritinga. A tempestade, iniciada nas primeiras horas da manhã de 24 de julho de 2026, resultou na morte de um idoso de 90 anos e levou a Prefeitura de Ribeirão Preto a decretar situação de emergência.
O impacto foi imediato em diferentes setores da infraestrutura pública e de saúde. No Hospital das Clínicas, o telhado da ala de urgência e emergência desabou, impossibilitando o recebimento de novos pacientes. As autoridades orientaram que os atendimentos fossem redirecionados para as Unidades de Pronto Atendimento.
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Diversas Unidades Básicas de Saúde tiveram suas atividades interrompidas devido à falta de energia elétrica, enquanto as aulas na rede municipal foram suspensas em razão dos danos e da insegurança gerada pelo vendaval.
Jaboticabal foi uma das cidades atingidas pelo vendaval severo que percorreu o interior paulista. Na Usina Coplana, houve registros de danos estruturais leves, como destelhamentos parciais e queda de árvores dentro da área industrial. A força dos ventos também provocou interrupções temporárias no fornecimento de energia, o que afetou momentaneamente o funcionamento das instalações.
Na cidade, moradores relataram postes derrubados e ruas bloqueadas por galhos, além de prejuízos em pequenas propriedades rurais com perda de parte das lavouras. Apesar da intensidade do fenômeno, não houve vítimas em Jaboticabal, e os serviços foram restabelecidos ao longo do dia.
A Defesa Civil acompanhou a situação e confirmou que se tratava de um vendaval severo, afastando a hipótese de tornado.











