Cade mantém medida preventiva da CNA sobre Moratória da Soja

Fernanda Toigo

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Imagem: CNA

Ao avaliar a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), na terça (30), que manteve a suspensão da Moratória da Soja a partir do início do ano que vem, a CNA reafirmou que o acordo é ilegal, prejudica os produtores rurais, e está confiante que a Moratória será encerrada, no mais tardar, em 1º de janeiro de 2026.

Histórico

No início do ano, a CNA protocolou representação no CADE em que demonstrou ser a Moratória da Soja uma prática ilícita, que causa prejuízos para os produtores rurais e aos consumidores.

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Também solicitou medida preventiva, informando a gravidade e a urgência da suspensão da moratória.

O pedido da CNA foi acatado pela Superintendência Geral do CADE.

Na terça (30), o Cade decidiu, após análise de recursos das traders, pela manutenção da medida preventiva que havia suspendido a moratória em agosto, mas com efeitos a partir do início do próximo ano.

Para a CNA, a decisão do Cade, ao proibir o acordo a partir de janeiro, é um reconhecimento dos efeitos nocivos da Moratória da Soja para o mercado e os consumidores.

(Com Assessoria de Comunicação CNA)

 

Autor: Fernanda Toigo

Fernanda Toigo

Fernanda Toigo. Jornalista desde 2003, formada pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel. Iniciou sua carreira em veículos de comunicação impressos. Atuou na Assessoria de Comunicação para empresas e eventos, além de ter sido professora de Jornalismo Especializado na Fasul, em Toledo-PR. Em 2010 iniciou carreira no telejornalismo, e segue em atuação. Desde 2023 integra a equipe de Jornalismo do Portal Sou Agro. Possui forte relação com o Jornalismo especializado, com ênfase no setor do Agronegócio.

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