Imagem: Reprodução
No entardecer de Medianeira, no Oeste do Paraná, um espetáculo natural tem encantando moradores e internautas. Centenas de andorinhas se reunem para uma revoada marcante, entre 18h00 e 19h30, transformando o céu em um palco de coreografias surpreendentes.
A cena, que remete versos da canção “As Andorinhas”, do Trio Parada Dura, reflete o ciclo migratório das andorinhas-grande (Progne-chalybea). A música, que associa poeticamente, o voo das aves ao amor e à saudade, encontra eco na realidade desses pássaros, que, ao final do verão, preparam-se para uma longa jornada rumo à Amazônia.
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Essas aves se organizam nessa época do ano para migrar em busca de alimento. Se alimentam de insetos, que serão mais abundantes na Amazônia durante o outono e inverno. A viagem pode durar dias ou até meses, e as andorinhas só retornam ao sul do Brasil com a chegada da primavera.
O fenômeno não é apenas um evento de natureza, mas também um lembrete de conexão intrínseca entre fauna, clima e ciclo das estações. Enquanto isso, os olhos atentos dos moradores seguem admirando as coreografias que as andorinhas oferecem um presente diário da vida em movimento.
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