Foto: Paula Drummond de Castro
Pesquisadores brasileiros do Centro de Genômica Aplicada às Mudanças Climáticas (GCCRC), em uma parceria entre a Embrapa e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estão aplicando uma metodologia que acelera a seleção de plantas de milho geneticamente modificadas para resistir à seca e reduz custos operacionais envolvidos na tarefa.
A técnica utiliza drones equipados com câmeras RGB para capturar imagens dos experimentos de campo, convertendo-as em índices que avaliam a saúde das plantas. Com essas informações, é possível identificar mais rapidamente os exemplares mais promissores e simular seu desempenho em diferentes condições climáticas, tornando o processo de seleção mais eficiente e preciso.
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Os resultados do estudo, que teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foram publicados neste domingo (5) na revista The Plant Phenome Journal, uma revista científica baseada nos Estados Unidos vinculada à Crop Science Society of America (CSSA), uma organização científica sem fins lucrativos que atua no avanço das ciências relacionadas a culturas agrícolas e suas interações com o ambiente.
(Com Forbes)
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