Exportações de genética avícola crescem 10,9% em maio

Fernanda Toigo

Fernanda Toigo

FOTO: ASCOM/ABPA

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de genética avícola (incluindo pintos de 01 dia e ovos férteis) totalizaram 2,650 mil toneladas em maio, desempenho 10,9% superior ao total obtido no mesmo período do ano passado, com 2,389 mil toneladas.

No mesmo período, as vendas de genética avícola geraram receita de US$ 18,934 milhões, saldo 10,6% menor em relação ao mesmo período de 2023, com US$ 21,185 milhões.

Mágica? Cebola, alho, cevada e trigo: Área menor e produção maior

Polícia faz reintegração de posse de fazenda invadida no Paraná

No ano, as exportações de genética avícola acumuladas entre janeiro e maio alcançaram 12,855 mil toneladas, número 2,2% superior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2023, com 12,577 mil toneladas. A receita obtida no período chegou a US$ 98,587 milhões, número 12,8% inferior ao mesmo período do ano passado, US$ 113,053.

Principal destino das exportações de genética avícola, o México importou 4,750 mil toneladas entre janeiro e maio, número 40,6% menor que o total registrado no mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, a África do Sul – que recentemente iniciou as suas importações do produto brasileiro – importou no mesmo período 2,955 mil toneladas, e já se posiciona como segundo principal destino. Em terceiro lugar está o Senegal, com 2,157 mil toneladas, número 54,9% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

“Temos uma reconfiguração no fluxo de genética avícola do Brasil, que agora encontra nas nações da África o seu principal destino internacional. O status sanitário do Brasil tem sido um ponto crucial para a continuidade do bom desempenho das vendas deste segmento de alto valor agregado, especialmente para mercados que vêm sofrendo os impactos da Influenza Aviária”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

(Com ASCOM/ABPA)

Autor: Fernanda Toigo

Fernanda Toigo

Fernanda Toigo. Jornalista desde 2003, formada pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel. Iniciou sua carreira em veículos de comunicação impressos. Atuou na Assessoria de Comunicação para empresas e eventos, além de ter sido professora de Jornalismo Especializado na Fasul, em Toledo-PR. Em 2010 iniciou carreira no telejornalismo, e segue em atuação. Desde 2023 integra a equipe de Jornalismo do Portal Sou Agro. Possui forte relação com o Jornalismo especializado, com ênfase no setor do Agronegócio.

Notícias Relacionadas