Previsão do tempo: Do El Niño para La Niña: Há o que temer?

Fernanda Toigo

Fernanda Toigo

O momento é de mudança no tempo. No Sul já deu para sentir o movimento. Segundo Ronaldo Coutinho, na segunda quinzena de maio e início de junho o chamado “bloqueio”, deixa de existir. “Já não temos mais o El Niño no oceano e assim inicia o processo de resfriamento do Pacífico. É a transição do El Niño para a La Niña, que acontece com três semanas de atraso. O fenômeno poderá espalhar causar estiagem no Sul do Brasil. Já especificamente para o Rio Grande do Sul, o estado deve continuar debaixo d´água por pelo menos mais duas semanas.”

Sobre as temperaturas, o frio chegou, até com a presença da geada em regiões de Santa Catarina. Mas de acordo com Coutinho, na metade Norte volta a esquentar. Frio mais forte está previsto para o início de junho.

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Para o Paraná, o Simepar aponta a presença de nebulosidade segue no Paraná, nesta quinta-feira. Porções mais ao sul e leste, concentram mais nuvens, com risco de nevoeiro pela manhã. Possibilidade de alguma chuva é baixa, embora na faixa do litoral seja esperado alguma chuva leve/chuvisco, ocasional. Um pouco de frio ainda no sul e leste do estado pela manhã, enquanto ao norte volta a esquentar até a tarde.

RIO GRANDE DO SUL

Para os gaúchos, o Climatempo destaca que a quinta-feira (16) terá predomínio de céu nublado em todas as regiões e a chuva retorna ao centro-norte do estado. No sul do estado, na Campanha Gaúcha e na Fronteira Oeste, só há expectativa de chuviscos ao longo do dia.

    Em toda a porção norte do Rio Grande do Sul (inclusive na Serra), a situação passa a ser de ALERTA. O dia será chuvoso e há condições para chuva forte em alguns momentos. Na Grande Porto Alegre, a situação é de ATENÇÃO, com chuva que acontece especialmente com fraca a moderada intensidade. Na sexta-feira (17), a passagem de uma nova frente fria reforça as áreas de instabilidade sobre o Rio Grande do Sul. Com isso, a tendência é de que a chuva aumente ainda mais na porção norte do estado. Os acumulados mais elevados são esperados inclusive nas cabeceiras de rios importantes que fazem parte das Bacias do Taquari-Antas, Alto Jacuí e Uruguai.

    (Com  Climatempo e Simepar )

    Autor: Fernanda Toigo

    Fernanda Toigo

    Fernanda Toigo. Jornalista desde 2003, formada pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel. Iniciou sua carreira em veículos de comunicação impressos. Atuou na Assessoria de Comunicação para empresas e eventos, além de ter sido professora de Jornalismo Especializado na Fasul, em Toledo-PR. Em 2010 iniciou carreira no telejornalismo, e segue em atuação. Desde 2023 integra a equipe de Jornalismo do Portal Sou Agro. Possui forte relação com o Jornalismo especializado, com ênfase no setor do Agronegócio.

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