Queijo Colonial do Sudoeste pode virar Patrimônio Cultural do Estado

Fernanda Toigo

Fernanda Toigo

Conhecido como o “ouro branco”, o queijo colonial produzido no Sudoeste do Paraná poderá ser declarado como Patrimônio Cultural Estadual. O projeto de lei foi protocolado nesta semana na Assembleia Legislativa pelo deputado Reichembach (PSD). “O queijo colonial sempre fez parte dos produtos originários desde a criação dos primeiros municípios do Sudoeste.

A forma de produção, a criação do gado leiteiro e das pastagens próprias da região, fizeram com que o produto ganhasse características únicas e já renderam inúmeras premiações nacionais e internacionais, comprovando cada vez mais a qualidade do queijo produzido no Sudoeste e a dedicação dos produtores”, argumenta Reichembach.

A chefe do Núcleo Regional da Seab de Francisco Beltrão, Denise Adamchuk, conta que, caso o queijo colonial do Sudoeste seja reconhecido como Patrimônio Cultural do Estado, será um passo a mais para a conquista do selo IG (Indicação Geográfica) junto ao Ministério da Agricultura, um registro conferido a produtos ou serviços característicos do seu local de origem, com identidade própria. “Será um grande avanço para o Sudoeste, teremos o produto mais valorizado no mercado, com ainda mais qualidade e retorno ao produtor rural”, avalia.

Rota do queijo
Atualmente, o Sudoeste do Paraná conta com aproximadamente 60 queijarias formais e em torno de 100 iniciativas com potencial de legalidade. A região faz parte da Rota do Queijo Paranaense, que contempla queijarias em diferentes regiões do Estado, regularizadas por um dos sistemas de inspeção sanitária (SIM, SUSAF, SIP, SISBI e SIF), onde o turista pode buscar informações sobre o processamento dos queijos, degustar diferentes sabores e vivenciar momentos de lazer nas propriedades rurais, fomentando o turismo rural e possibilitando novos negócios aos produtores.

Por Assessoria

Autor: Fernanda Toigo

Fernanda Toigo

Fernanda Toigo. Jornalista desde 2003, formada pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel. Iniciou sua carreira em veículos de comunicação impressos. Atuou na Assessoria de Comunicação para empresas e eventos, além de ter sido professora de Jornalismo Especializado na Fasul, em Toledo-PR. Em 2010 iniciou carreira no telejornalismo, e segue em atuação. Desde 2023 integra a equipe de Jornalismo do Portal Sou Agro. Possui forte relação com o Jornalismo especializado, com ênfase no setor do Agronegócio.

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