A importância da adubação e correção do solo para o aumento da produtividade

Fernanda Toigo

Fernanda Toigo

Foto: Ilustração

Sabemos que o solo é a base de uma agricultura sustentável e rentável. Quando falamos em adubação, não estamos apenas nutrindo as plantas, estamos criando um ambiente propício para o crescimento e desenvolvimento adequado das plantas, possibilitando colheitas abundantes. Os principais macronutrientes, incluem o nitrogênio (N), o fósforo (P) e o potássio (K), que são fundamentais para o desenvolvimento das plantas.

O nitrogênio contribui para o crescimento foliar, além de atuar diretamente na fotossíntese. O fósforo desempenha papel crucial na formação de ATP, sendo fonte de energia para a realização de processos como a fotossíntese e divisão celular, estando diretamente ligado à formação de frutos e sementes. 

O potássio atua na regulação do potencial hídrico das células, melhoria da qualidade de frutos, além de suavizar os estresses bióticos e abióticos. Além desses, são considerados também macronutrientes o cálcio, o magnésio e o enxofre, fundamentais para o pleno crescimento de desenvolvimento das plantas.

Não podemos esquecer dos micronutrientes, como o ferro (Fe), zinco (Zn), cobre (Cu), manganês (Mn) e boro (B). Eles são necessários em quantidades menores, mas desempenham papéis vitais na síntese de proteínas, na fotossíntese e na resistência das plantas a doenças.

Mas como sabemos quais nutrientes e em que quantidade aplicar? A resposta está na análise do solo e na interpretação cuidadosa dos resultados. A realização da análise do solo fornece informações cruciais sobre a composição do solo, os níveis de nutrientes, CTC, M.O., Al e pH, permitindo-nos recomendar os corretivos e adubos nas doses corretas, sendo chave para o manejo eficiente do solo.

E quando falamos em fontes de fertilizantes, temos uma variedade de opções à disposição. Além dos fertilizantes químicos, como ureia, superfosfato e cloreto de potássio, podemos optar por fertilizantes orgânicos, esterco, compostagem e até mesmo a incorporação de plantas de coberturas como gramíneas e leguminosas, sendo que as gramíneas proporcionam um grande volume de palhada que gradativamente se decompõe aumentando a matéria orgânica do solo, já as leguminosas se destacam por fixarem o nitrogênio atmosférico e este posteriormente pode ser utilizados para as culturas subsequentes. 

A escolha depende das necessidades específicas da sua cultura e do objetivo da produção. Em resumo, a adubação e correção do solo são peças-chave para obter lavouras altamente produtivas.

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(Por UNIGUAÇU)

Autor: Fernanda Toigo

Fernanda Toigo

Fernanda Toigo. Jornalista desde 2003, formada pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel. Iniciou sua carreira em veículos de comunicação impressos. Atuou na Assessoria de Comunicação para empresas e eventos, além de ter sido professora de Jornalismo Especializado na Fasul, em Toledo-PR. Em 2010 iniciou carreira no telejornalismo, e segue em atuação. Desde 2023 integra a equipe de Jornalismo do Portal Sou Agro. Possui forte relação com o Jornalismo especializado, com ênfase no setor do Agronegócio.

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