O que esperar da soja e do milho na semana

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souagro| O mercado das commodities continua vivendo alguns extremos por conta da fusão de vários aspectos econômicos e climáticos. É o que explica o economista da Granoeste, Camilo Motter. Nas próximas linhas, ele faz uma avaliação da expectativa em torno da semana para as culturas da soja e do milho, mais especificamente no cinturão da produção nos Estados Unidos, com reflexos no Brasil.

Em relação à soja, Camilo Motter recorda a turbulência vivida na última semana no mercado financeiro internacional e também com destaque para o petróleo. “Tudo isso teve implicações negativas na formação dos preços da soja lá fora. Mas o foco central de observação neste momento é exatamente a evolução da safra norte-americana”, destaca o economista. “Uma forte onda de calor muito seca e intensa, atinge principalmente o norte dos EUA, onde as lavouras já apresentavam duras perdas por conta do longo período de estiagem”, exemplifica. Conforme Camilo, ainda é muito cedo para medir o impacto das chuvas esparsas registradas em algumas regiões daquele país, pois as lavouras encontram-se em fase preliminar de formação de grãos.

Já quando o assunto é milho, a quebra na safra será brutal, na ótica do economista. “Talvez o maior percentual de perdas já registrado no Brasil”. Sobre o volume de exportações do Brasil, previsto para algo em torno de 35 milhões de toneladas, deve cair para 14 milhões de toneladas.

(Vandré Dubiela/Sou Agro)

 

Mais detalhes você confere na entrevista concedida pela economista Camilo Motter:

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