Só 25% do rebanho teve o cadastro atualizado até agora no Paraná

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#souagro | O brasileiro tem a fama nada positiva de deixar tudo para a última hora. Isso acontece comumente em relação aos prazos para a entrega da declaração do Imposto de Renda à Receita Federal e demais obrigações previstas na Constituição. O mesmo vem acontecendo com a atualização cadastral do rebanho, cuja campanha teve início no dia 1º de maio e se estenderá até o dia 30 de junho. Ainda há tempo, mas o recomendável pela Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) é não deixar para os últimos dias, até porque, para aqueles que preferem fazer a entrega pessoalmente nas unidades existentes no Estado, a recomendação é a de evitar aglomerações, tendo em vista a nova realidade atrelada à pandemia do novo coronavírus.

O gerente de Saúde Animal da Adapar em Curitiba, médico-veterinário Rafael Gonçalves Dias, explica que essa etapa única é diferente da realizada no ano passado. Neste ano, serão dois meses para o produtor atualizar o cadastro dos animais. Até agora, foram regularizados 25% das atualizações previstas em todo o Estado. “É um número baixo, considerado que estamos próximos do fim do mês e resta ainda um mês para o fim do prazo estipulado”. Conforme a Adapar, o Paraná conta com um rebanho de 8,6 milhões de cabeças de bovino, presentes em 173 mil propriedades.

A atualização é obrigatória para todos os produtores rurais com animais de produção de qualquer espécie sob sua guarda. Aqueles que não cumprirem a exigência ficarão impedidos de obter a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento que permite a movimentação de animais entre propriedades e para abate nos frigoríficos.

 

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A GTA somente será emitida após a atualização de todas as espécies animais existentes na propriedade (bovinos, búfalos, equinos, asininos, muares, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes e outros animais aquáticos, colmeias de abelhas e bicho da seda).

A partir de 30 de junho, o produtor que não atualizar o rebanho estará sujeito a penalidades previstas na legislação.

O presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, considera “importantíssimo cumprir o que prometemos para a OIE, em relação ao controle de rebanho e de circulação, fiscalização e rastreabilidade, porque é agora que começa o trabalho mais árduo, o de manter o foco e valorizar essa conquista”.

(Vandré Dubiela/Sou Agro)

 

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