Medidas emergenciais para socorrer a agricultura familiar

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Em meio a tantas crises simultâneas, seja de saúde, econômica e mais a estiagem, entidades que representam o segmento da agricultura familiar estimam as perdas na safra atual em torno de 30% a 80%, dependendo da cultura e da época de plantio dessas lavouras.

Preocupada com a situação, a deputada estadual Luciana Rafagnin, líder do Bloco Parlamentar de Apoio à Agricultura Familiar na Assembleia Legislativa do Paraná, fez um pronunciamento na sessão desta quarta-feira (19), pedindo ao governador Carlos Massa Ratinho Júnior, a adoção de medidas emergenciais de socorro às famílias produtoras, afetadas pela estiagem, pelo alto custo de produção e pelos impactos no setor da crise sanitária da Covid-19, e de estímulo à comercialização pelas agroindústrias da agricultura familiar.

 

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“Se a agricultura familiar não produzir, não teremos alimentos na mesa da população paranaense. Simples assim!”, disse Luciana. “São problemas em cadeia. Para citar como exemplo: a frustração na lavoura de milho também representa falta de silagem para a produção do leite e, frente aos custos altos e sem incentivos, esses produtores ficam desestimulados e desistem da atividade leiteira. Está nitidamente diminuindo nas comunidades o número de famílias produtoras de leite, que garante uma renda mais imediata que a das culturas sazonais”, argumenta.

 

Adesão ao Susaf

A deputada também protocolou um requerimento, endereçado ao secretário de estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e ao diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, Otamir Martins, solicitando a flexibilização do processo de adesão ao Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agroindustrial Familiar e de Pequeno Porte no Paraná por parte dos municípios nesse momento de tantas restrições e adversidades. “É importante que mais agricultores e agroindústrias possam aderir ao Susaf e, com isso, consigam comercializar seus produtos em todo o estado”, disse Luciana.

 

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