Energia solar: marco regulatório reduz custos no campo

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#souagro | Obrigado a conviver com situações adversas todos os dias no campo, agora mais do que nunca, principalmente nesse período de seca, gerando reflexos diretos na lavoura e devido ao aumento do custo de produção, a energia elétrica é outro fator que tem provocado o encarecimento da atividade em todo o Brasil. Pensando nisso, a Câmara dos Deputados vota nesta quinta-feira, o projeto de lei 5829/2009, um novo marco regulatório em relação à democratização do uso da energia solar nos quatro cantos do País.

O deputado federal Evandro Roman, representante da região oeste e do Paraná como um tudo, comenta que atualmente, o Brasil utiliza apenas 0,6% de sua demanda nacional de energia solar. “A Itaipu produz menos de 15% de toda a demanda nacional. Temos termelétricas, consideradas energias poluentes, caras e que oneram os mais necessitados. Todos pagam a conta quando é ligado o maior número de termelétricas. Temos hoje 18,7% de toda a energia consumida no Brasil de termelétricas, gerando a bandeira vermelha. Então, temos toda a força de fazer com que a energia solar cresça”. Atualmente, 88,5% da população usa em média kilowatts de energia.

 

 

O deputado chama a atenção para a existência de um lobby de algumas concessionárias, para barrar o marco regulatório da energia fotovoltaica. “Por isso, pedimos o apoio de todos para fazer crescer esse movimento pró-energia solar, uma fonte limpa e inesgotável, porque o sol, nasce para todos”.

Somente no primeiro quadrimestre do ano, o valor da geração térmica fora da ordem de mérito adicionou R$ 5,5 bilhões para serem divididos entre os consumidores. A projeção para o ano todo é de R$ 20 bilhões.

 

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Em 2020, a geração distribuída solar foi responsável por investimentos de R$ 11 bilhões no Brasil em pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e pequenos terrenos, gerando 74 mil novos empregos, mesmo durante a pandemia da Covid-19. A previsão de aportes no setor para 2021 é de R$ 16,7 bilhões. E estima-se que, até 2032, a geração distribuída trará uma economia de R$ 13,8 bilhões para todos os consumidores de energia.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) já antecipou que a conta de luz ficará mais cara em maio, com acréscimo de R$ 4,169 a cada 100 kWh (quilowatt-hora) consumidos, passando ao patamar vermelho 1.

(Vandré Dubiela, com Agências)

 

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