Biopark: de energia eólica à realidade aumentada

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Realidade aumentada para o aprendizado, drones para agricultura e energia eólica estão entre as soluções das 12 novas empresas que ingressaram no Programa de Residência do Biopark no mês de março. Dos estados de Minas Gerais e Paraná e também de outros países, como Chile, as empresas encontram no Parque Tecnológico a possibilidade de expandir seus negócios, realizar networking e receber mentorias que as auxiliem a crescer.

Uma das novas residentes é a Bamboo Agro Soluções, de Curitiba, que atua com drones de mapeamento e monitoramento agrícola. “Utilizamos um drone com uma câmera multiespectral embarcada que capta faixas de cores que não são visíveis a olho nu, e com o auxílio de um software de processamento, conseguimos identificar qualquer ataque na cultura. Depois da identificação, fazemos a pulverização também com drone. Entre as vantagens desse processo estão a economia, com a aplicação de produto somente na área necessária sem danificar a plantação”, explica o CEO da empresa, Ronaldo Farfud.

No Biopark a empresa vê potencial de expandir sua atuação. “Me agradou muito a estrutura e o método das mentorias, é algo que não se vê em outro local do Brasil. Hoje estamos em Curitiba, mas minha meta é transferir toda a empresa para Toledo”, explica Farfud. A Bamboo foi uma das finalistas do Rocket, um reality show de startups promovido pela RPC, afiliada da Rede Globo.

De Campo Mourão veio a Evolutec, empresa que está no mercado desde 2006 e atua com pesquisa, desenvolvimento, inovação e manufatura de circuitos eletrônicos, principalmente para eletromédicos (dispositivos utilizados em clínicas odontológicas ou hospitais) e também em produtos para empresas do setor agrícola. “Vimos no Biopark uma oportunidade real de abertura de novos negócios em conjunto com empresas instaladas”, comenta Paulo R. Montanher, sócio-proprietário.

Outras três empresas internacionais ingressaram no Biopark no mês de março, e uma delas é a Yoy, de Viña del Mar, Chile. A empresa está há sete anos no mercado e atua com realidade virtual e aumentada para treinamentos e demonstração de produtos. “Podemos simular desde uma situação análoga a um incêndio, mostrando como é uso correto do extintor, até simulações para estudantes, permitindo que os alunos se aproximem da prática em ‘web laboratórios’, procedimentos, equipamentos e sistemas. Nosso objetivo é apoiar as pessoas no processo de aprendizagem para entendimento de questões complexas o mais próximo possível da realidade”, explica Juan Reyes, gerente da empresa.

A vinda para o Biopark foi estimulada por exemplos positivos de outras empresas chilenas no ecossistema. “O Biopark é uma porta de entrada para iniciarmos a operação no Brasil, que é um país cheio de oportunidades. Outras empresas chilenas residentes nos disseram como é um local enriquecedor que tem contribuído para que façam negócios. Temos um catálogo com mais de 20 produtos e queremos descobrir quais são os mais adequados às demandas locais”, acrescenta Reyes.

Das novas residentes, quatro são de Toledo, entre elas a É Mais Energia, empresa que está há um ano no mercado e atua com energias renováveis, principalmente solar e eólica. “Ingressamos aqui motivados pela grande tecnologia existente no Ecossistema, bem como as possibilidades de networking e aprendizados. Dentro do Biopark, o nosso foco é a energia eólica. Hoje já temos um projeto-piloto na região”, explica Amanda Goedert, diretora Comercial da É Mais Energia. Empresas que tenham interesse em conhecer os benefícios do Programa de Residência do  Biopark podem acessar www.biopark.com.br/empresas.

 

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